segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Dona de casa perde 12 kg ao cortar biscoitos, comer mais frutas e pedalar

Em um ano, a dona de casa Dulcinéia Fagundes da Silva, de 45 anos, eliminou 12 kg. Passou de 92 kg para 80 kg, cortando biscoitos recheados, trocando guloseimas por frutas e usando a bicicleta para ir até o banco ou ao supermercado.
Dulcinéia trocou o manequim 48 pelo 44 – era GG, agora é quase M – e perdeu 20 cm de cintura, 10 cm de quadril e 8 cm de busto.
“Eu e minha família emagrecemos muito, mas ainda não chegamos ao peso ideal”, diz a telespectadora, que tem 1,60 m de altura e pretende reduzir pelo menos mais 8 kg.
Uma grande mudança feita pela moradora de Corumbá (MS) foi diminuir o consumo de sanduíches como x-salada, de uma vez por semana para uma vez por mês. “Além disso, antes eu tomava mais refrigerante, agora prefiro suco natural”, conta.
Entre as frutas que a dona de casa, o marido e os três filhos mais gostam, estão: maçã, pera, uva, melancia, banana, laranja e abacaxi. “A gente come o que for da época, pela manhã, de sobremesa ou à tarde”, diz.
Dulcinéia ainda introduziu no cardápio mais folhas e legumes. “Também comíamos pouco arroz com feijão, agora é todo dia”.


Cigarro mata 200 mil pessoas por ano no país, segundo o Inca


Cerca de 25 milhões de brasileiros são fumantes. Segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca), 200 mil pessoas no país morrem por ano em decorrência do cigarro.
Quem fuma adoece com uma frequência duas vezes maior que um indivíduo livre do vício. Também tem pior resistência física, fôlego, aparência e desempenho nos esportes e na vida sexual.

Em cada cigarro, um indivíduo dá cerca de dez tragadas. E o monoxímetro é o aparelho que mede o nível de monóxido de carbono no pulmão do fumante. O normal é ter entre zero e uma partícula por milhão.
Segundo o médico, o cigarro desencadeia quadros pulmonares graves, que fazem as pessoas se sentirem o tempo todo como se estivessem sem fôlego em uma corrida.
Depois de um tempo sem fumar, o corpo implora por nicotina. É nessa hora que o indivíduo passa por uma prova de fogo: a abstinência.
Por isso, é fundamental manter-se firme nesses momentos de provação. Com o tempo, as crises se tornam cada vez mais esparsas e menos intensas.
De acordo com Drauzio, a nicotina é a substância química que mais causa dependência e abstinência. Nesse sentido, é pior que a maconha, a cocaína e o crack.
Ao deixar de fumar, o indivíduo se empenha em contar o tempo de abstinência. Com o tempo, após cerca de seis meses, acaba esquecendo de fazer essa conta constantemente.
O médico também falou sobre fumantes passivos, que respiram até três vezes mais nicotina na fumaça que se desprende do cigarro, em relação ao que o fumante ativo inala quando traga. Por essa razão, o especialista pediu uma maior consciência para quem fuma, que não deve fazer isso em casa nem próximo de crianças, idosos ou mulheres grávidas.


O Papel da Mitologia na Vida Contemporânea

O homem em seu trajeto vivencial utiliza-se de instrumentos linguísticos e simbólicos como as metáforas e as parábolas para tanger seu próprio entendimento. A mitologia Grega, em especial, foi palco para expressivos filósofos e teóricos, como Sigmund Freud, na tentativa de substanciar suas descobertas tornando as mais atrativas e plasticamente harmoniosas. 


A mitologia citada em vários textos de Freud (1920) foi utilizada como recurso didático na compreensão dos símbolos em nossa realidade psíquica; assim como a lenda de Édipo empregada a teoria do Complexo de Édipo que retrata a relação tríade entre pai, mãe e filho tão essencial para o entendimento da formação estrutural do aparelho mental e nas construções de padrões comportamentais da personalidade, assim como, o uso dos textos mitológicos na teoria das obsessões e compulsões patológicas e tantos outros temas de ordem psicanalíticos ou filosóficos vinculados aos mitos e lendas milenares.

Tais estórias fazem parte da vida de cada um através de conceitos criados para explicar desde conceitos corriqueiros da vida comum como o narcisismo, por exemplo, até alguns nomes da medicina referentes à anatomia, como o tendão de Aquiles. A mensagem de cada lenda contada evidencia a possibilidade de revelar questões de difícil elaboração mental porque atingem o nosso universo emocional causando dor psíquica ou angústia. Dessa forma, conteúdos de ordem afetiva ou social como; tabus sexuais, orgulho, vaidade, ética, moral e outros vão sendo pouco discutidos ou ignorados nos seios familiares e sociais. A mitologia é um recurso pouco difundido nesses meios que tem o poder de dar leveza ao peso dos assuntos que afligem a alma humana.

Personagens da mitologia Grega como os deuses e deusas dão asas à nossa imaginação e fazem referências aos nossos sentimentos de onipotência, impotência, frustração, rejeição e tantos outros do repertório humano.

A propósito de ilustração cito a lenda do Rei Sísifo na Antiga Grécia. Homem de coração bondoso que amava seu povo sob todas as coisas, porém, de comportamento impulsivo, imediatista, mas humano e sensível com intensidade desajuizada. Mestre da astúcia encontrava soluções para os grandes problemas, mas arranjava outros ainda maiores.

Certa vez faltava lhe água em seu reino por longo período. Foi de encontro ao Rei Esopo, o responsável pelos rios. Este, irado por ter sumido sua filha repentinamente punia o povo da terra com a falta de água. Sísifo, com intenção de restituir a água para seu povo, entrega o deus Zeus, o regente do grande Olimpo, à Esopo como sendo o responsável pelo rapto de sua filha.

Sísifo consegue água em abundância, mas desperta a ira de Zeus que lhe manda Tânatus, o deus da morte para trazê-lo ao Olimpo. Tânatus, vaidoso e egocêntrico, aceita um colar de pérolas preciosas ofertado por Sísifo e ao colocá-lo descobre que se tratava de uma corrente para aprisioná-lo.

Com o deus da morte preso, os seres mortais não poderiam mais morrer. Despertou em Hades, o deus do inferno, raiva e protesto, pois não tinha em seu domínio os pobres mortais. Zeus como deus justo envia o deus da guerra, Marte, para libertar Tânatos e matar o Rei Sísifo.

Sabiamente Sísifo pede à mulher para que não o enterre, pois isso lhe salvaria das mãos de Zeus. Chegando ao Olimpo, o deus Zeus não pôde permanecer com Sísifo para sempre porque seu enterro não havia sido executado, dessa forma não poderia ser considerado como morto para os mortais e sendo um Rei devia lhe o direito a um enterro à altura.

O regente dos deuses, visivelmente contrariado, encontra-se obrigado a devolver Sísifo a Terra. O Rei pega sua esposa e sai pela vida a fora desfrutando das maravilhas terrenas.



De forma magistral, Zeus envia o deus Tempo para acompanhar o Rei astuto pela sua vida a fora. Os anos se passaram e o Rei Sísifo, velho e cansado, foi entregue ao deus Tempo e a morte, pois não havia lhe condições físicas e psíquicas para outras tentativas enganosas. Então ele se vê frente a Zeus.

Sua sentença foi decretada: subir uma montanha íngreme empurrando uma pedra que ao chegar ao seu topo fugiria de seu controle e rolava irremediavelmente para a base da grande montanha. Sísifo se via obrigado a empurrá-la novamente por toda a eternidade.

Finalmente, a lenda de Sísifo nos tem muito a dizer.

As situações diárias são provas constantes que invariavelmente temos que executá-las e para tanto contamos com a nossa capacidade interna para suportar as frustrações e planejarmos soluções viáveis para esses desafios. Muitas pessoas fazem das barreiras verdadeiros degraus para outros obstáculos ainda maiores formando quartéis com muralhas intransponíveis. A ansiedade gera o imediatismo e por conseqüência nos tornamos cada vez mais impulsivos e incapazes de autocontrole sobre as emoções mais arcaicas do eu.

O exemplo da lenda citada é apenas um esboço da importância dos escritos antigos como as mitologias Gregas na vida atual. A sabedoria milenar dos nossos antepassados, juntamente com as estórias mitológicas possibilita o contato com os conteúdos reprimidos da psiquê de forma genuína, deslocada e poética.

Talvez seja por essa razão que os grandes mestres das Ciências Humanas buscaram no imaginário mitológico o real do comportamento humano.

André Luiz de Senna Silva
Psicólogo
CRP- 14/01650-3

sábado, 5 de novembro de 2011

Incontinência urinária atinge dez milhões no Brasil, a maioria mulheres

Dez milhões de brasileiros, ou 5% da população, sofrem de incontinência urinária, quando aquela vontade incontrolável de fazer xixi literalmente não consegue ser controlada.

Mulheres, crianças e idosos sofrem mais com o problema, que pode ser prevenido e tratado com exercícios ou cirurgia, nos casos mais graves.


A bexiga é um órgão elástico, que pode ser enchido e esvaziado. Na maioria das pessoas, há um completo controle sobre esse armazenamento e esvaziamento, o que não ocorre na incontinência.

Perder xixi não é normal. Se isso começar a acontecer com frequência, procure um médico. Por falta de informação ou até por vergonha, muitos indivíduos partem direto para o uso de fraldas ou absorventes. Este problema destrói a qualidade de vida e pode ser resolvido, às vezes sem intervenção cirúrgica.

O assoalho pélvico é um grupo de músculos de controle voluntário que se localiza na porção inferior da bacia, especificamente entre as coxas. Essa rede muscular começa no osso púbico (região baixa do abdômen), passa pelas paredes laterais dos ossos da bacia e se dirige para o cóccix (osso no início da fenda que separa as nádegas).

A função da pelve é sustentar os órgãos internos e proporcionar o correto funcionamento da uretra e do reto. Ela age como válvulas de fechamento, conhecidas como esfíncteres, e também circunda a vagina.

Quando esses músculos ficam frouxos ou pouco fortalecidos, podem acontecer vazamentos involuntários da bexiga ou do reto. Por isso, exercícios para fortalecer o assoalho pélvico devem ser feitos todos os dias.
Esses movimentos também podem ser realizados por gestantes e são ótimos para quem está se preparando para engravidar. Além disso, é importante fazer atividade física e controlar o ganho de peso sempre, inclusive na gestação. Nos últimos meses, a mulher produz mais urina, a bexiga enche mais rápido e a pressão abdominal é maior por conta do bebê.

Entre os exercícios recomendados, estão contrações para fazer deitado no chão, contrações deitado no chão e com o quadril levantado, agachamento com cabo de vassoura ou rodo, e sentar-se em uma cadeira com bola, almofada ou travesseiro dobrado.

Capacidade da bexiga

Quando temos a primeira de vontade de fazer xixi, a bexiga está com cerca de 150 ml. Quando essa sensação aperta, chega entre 250 e 300 ml.
A quantidade máxima que a bexiga consegue segurar é de 400 ml até 500 ml. Essa já é uma manifestação muito forte. Idosos e adultos não têm diferença na capacidade de armazenamento, o que muda é a força para segurar a vontade.

Xixi na cama

O principal motivo da chamada enurese nas crianças é um atraso no amadurecimento no centro do cérebro que controla a micção. Esse é geralmente um componente hereditário. Se ambos os pais tiveram o problema na infância, a probabilidade de a criança apresentá-lo é de 77%. Já se nenhum dos pais tem antecedentes, a chance cai para 15%.

Eventos causadores de tensão psicológica também são importantes, particularmente quando ocorrem entre os 2 e 4 anos de idade. Meninos, em geral, sofrem mais que as meninas – para cada 3 meninos, são 2 meninas.

Aos 5 anos de idade, 15% das crianças fazem xixi na cama. Aos 15 anos, esse índice baixa para 1%. O melhor a fazer é não repreender, mas explicar que isso é um problema temporário e que você sabe que não foi de propósito. Outra sugestão é pedir que a criança ajude os pais a trocar a roupa de cama.

Para evitar o xixi de madrugada, é bom restringir a ingestão de líquidos à noite, levar a criança para urinar antes de dormir e até acordá-la no meio da noite para ir ao banheiro.

Segundo o urologista Fernando Almeida, até os 2 anos de idade a criança deve sair da fralda durante o dia, e até os 5 anos deixar a fralda à noite.

Fonte: http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2011/11/incontinencia-urinaria-atinge-dez-milhoes-no-brasil-maioria-mulheres.html

Nicotina abre a porta para uso de cocaína, diz estudo

Pesquisadores da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, fizeram um estudo em camundongos para mostrar como a nicotina pode ser uma porta de entrada para o uso de outras drogas como a cocaína. O trabalho foi divulgado na publicação científica "Science Translational Medicine".

Durante o estudo, os roedores beberam água misturada com nicotina por, pelo menos, sete dias. Depois eles receberam, ao mesmo tempo, doses de nicotina e cocaína. Como resultado, os animais apresentaram uma resposta maior à droga ilícita.

Essa afinidade pela droga é causada por uma mudança que a nicotina promove no DNA dos camundongos, especialmente em um gene ligado à dependência química chamado FosB.

Este é o primeiro estudo a revelar como a nicotina pode tornar o cérebro mais vulnerável aos efeitos benéficos da cocaína, que levam ao vício após uso prolongado. Esse modelo de pesquisa gerou controvérsia durante os últimos anos, já que até agora nenhuma pesquisa científica tinha conseguido mostrar um mecanismo biológico pelo qual a nicotina poderia aumentar a vulnerabilidade a drogas ilícitas.

Roedores x humanos

Para descobrir se os dados colhidos na pesquisa encontravam respaldo em estudos com humanos, os cientistas norte-americanos resolveram consultar os dados de uma pesquisa nacional realizada em 2003 sobre consequências do uso de álcool. Os participantes tinham entre 15 e 34 anos e foram acompanhados durante alguns anos para que revelassem os seus padrões de comportamento. Esse levantamento também continha dados sobre nicotina.

Os pesquisadores descobriram que a chance de dependência da cocaína também era maior entre as pessoas que começaram a fumar antes do que entre os usuários que fizeram o caminho inverso: experimentaram primeiro a droga ilícita e depois o tabaco.

As descobertas em camundongos sugerem que se a nicotina tem efeitos similares em humanos, a prevenção ao fumo serviria não só para evitar os efeitos nocivos do tabaco à saúde como também diminuiria a chance de vício em drogas ilícitas como a cocaína.

Os pesquisadores querem agora repetir o estudo para saber se o álcool e a maconha também podem servir como porta de entrada para outras drogas. O objetivo é saber se existe um único mecanismo pelo qual o corpo se torna mais suscetível à dependência química.

Fonte: http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2011/11/nicotina-abre-porta-para-uso-de-cocaina-diz-estudo.html

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Tomar um banho por dia, durante 5 minutos e com água morna, é o ideal

Banho é um hábito que vem do Antigo Egito, chegou até nós pelos indígenas e hoje faz parte do dia a dia dos brasileiros, principalmente por sermos um país tropical. Muitas pessoas tomam, inclusive, mais de uma chuveirada por dia, sobretudo ao acordar e antes de dormir.



Enquanto os britânicos se banham 5,6 vezes por semana e os americanos 7,4, os brasileiros ligam o chuveiro 20 vezes nesse mesmo intervalo. Os dados são de um estudo encomendado no ano passado pela Reckitt Benckiser, indústria que fabrica produtos de higiene e cuidados pessoais. A pesquisa também mostrou que 88% das pessoas tomam banho pela manhã.

Uma ducha em um apartamento com boa vazão de água gasta em média 160 litros de água em 10 minutos. E 5 minutos são suficientes para esse momento, de preferência com água morna. Isso porque, quando tomamos banho, retiramos a camada de gordura fundamental para a lubrificação da pele.

Uma água muito quente resseca a pele porque arranca a oleosidade natural. É como quando lavamos louça com água bem quente, que desengordura mais. Já o banho frio não faz bem, pois muda drasticamente a temperatura do corpo, que é de cerca de 36° C. O ideal é mantê-la estável.

A melhor hora para passar creme hidratante é após o banho, quando os poros estão mais abertos e a pele absorve melhor a substância.

Esfoliante é indicado uma vez por semana, para não retirar a camada de proteção. Uma dica caseira é fazer uma papinha com açúcar e água e passá-la nas camadas mais grossas da pele, como calcanhares, cotovelos, joelhos e laterais dos pés.

O sabão de coco não deve ser usado no banho, pois, ao contrário do que muita gente diz, ele não é neutro.

Os tipos mais comuns de sabonete são: glicerinado, hidratante, antibacteriano e esfoliante. No caso do líquido, um pote de 300 ml deve durar um mês inteiro.

As crianças não devem ficar muito tempo no banho, pois têm mais tendência à pele ressecada. Já na puberdade, ela se torna mais oleosa.

Em geral, os pequenos choram para entrar no banho, pois não querem largar a brincadeira. Depois, choram para sair da água. Isso acontece porque o banho relaxa e vira um momento gostoso.

Para os que não querem entrar no banho de jeito nenhum, as dicas são:

- Faça do banho um período divertido. Permita brinquedos na água, por exemplo
- Incentive um ritual de relaxamento, e não de estresse. Ensine a criança a se lavar com calma
- Crie uma rotina: escolha um bom horário e evite mudá-lo
- Explique sobre a importância do banho para a saúde.

 Fonte: http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2011/11/tomar-um-banho-por-dia-durante-5-minutos-e-com-agua-morna-e-o-ideal.html

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Grupo de Poesias Inspiração


O Grupo de Poesias Inspiração nasceu da necessidade de se trabalhar de uma forma diferenciada com os pacientes do CAPS.

O início deste, se deu no dia 10/09/2009 sob a coordenação da Psicóloga Janaína Silveira Lopes e a Assistente Social Sandra Rosa Dantas Maia e a partir do mês de julho deste ano, passou a ser coordenado pela Psicóloga Katyane Ferreira Lima e a mesma Assistente Social.

Os encontros acontecem semanalmente nas quintas-feiras e participam destes os pacientes intensivos e semi-intensivos do CAPS.

Neste espaço trabalhamos a poesia nas mais diversas formas que ela pode ser expressa, através da própria declamação, de músicas, expressão corporal, entre outras, acreditando que a poesia possa estimular a reflexão a respeito de fatos da vida de cada paciente e, além disso, oportunizar para que seus conflitos interiores sejam retratados enquanto escreve.

     Enfim, o Grupo de Poesias é um momento para se recordar fatos, contar histórias e fazer poesias.